quarta-feira, 18 de julho de 2012

O Meu Primeiro Bolo de Cenoura

Sejam bem-vindos caros leitores!

As aulas terminaram e as férias já começaram à algum tempo. Eu estou no meu tempo de descanso e penso que a maioria de vocês também está de férias.

Tenho aproveitado estes dias para correr, jogar, sair com amigos, dormir, dançar... Enfim fazer o que normalmente se faz quando nada nos é exigido...

Todavia, já é mais do que altura de começar a fazer alguma coisa como ajudar na lida da casa, coser, cozinhar, etc...

E é disso mesmo que vou falar hoje. Estive a dedicar-me à cozinha e, para além de ter feito o almoço (peixe grelhado), fiz um bolo de cenoura - digamos que é o primeiro bolo de cenoura que faço sozinha. 

Eu acho que o resultado foi bastante bom, ficou maior do que eu esperava.
E ficou assim de aspeto:











Não parece mal hein? De sabor também ficou bom, pelo menos para mim...

Vi a receita no youtube, através do sabor intenso (parte da publicidade).

Até à proxima! :)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Meu Amor

O Céu tornou-se límpido,
Não há nuvens a esconder o sol,...
E se as há, formam figuras:
Será aquela um girassol?


As estrelas lembram-me de ti,
Assim como as flores e o mar,...
Vivo numa alegria constante:
Sim, estou-te a amar!


Será que já o sabes?
Terá o vento te contado?
O dizer "Amo-te" não é tudo,...
É uma consequência do sentimento,...
Mas sou capaz de o ter mencionado...


O meu amor é intemporal,
Sinto que sempre te amei.
Se me perguntas o que pretendo,
Dizer-te-ei nos olhos: o teu bem!


Porque suavisaria as barreiras,
Para tas ajudar a ultrapassar.
E faria palhaçadas ridículas,
Só com o intuito de te animar.


Para ti sempre terei um sorriso,
Um ombro e um coração.
És as estrelas, a música,
A gravidade de que preciso.
De mim sempre terás apoio,
Basta me dares a tua mão.


O teu sorriso encanta-me,
O teu otimismo é inspirador,...
Muito falamos, "parvamos",
Até mesmo provocamos,
Guardo tudo com fervor.


A vida é para celebrar!
Já não basta os dias de dor,...
Sorri, nunca te sintas só,
Terás sempre o meu Amor!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A Abelhinha que Mudou de Prado



Há quem fale sentidamente
Daquele prado de Arruda…
Grande era o gosto da gente
Ao vê-lo crescer, evoluir, florir,
Com uma alegria profunda.

Havia uma bela abelhinha,
Delicada, preta e amarelinha
Que diariamente o percorria.
Pousava em cada flor, ajudava-a,
E o seu pólen recolhia.

E assim passava a vida…
O prado com a sua abelhinha,
Que o preenchia de vivências
Com saber e amizade!
Era a harmonia de verdade!

Cada flor com suas cores, com
Pétalas maiores ou mais pequenas.
Cada uma tratada e amada,
Tais pássaros de coloridas penas.

Todas adoravam  aquele ser
Que voava os prados gracioso.
Com as suas azinhas e sorriso...
Tal beleza e habilidade,
Nada mais era preciso!

Mas os ventos mudaram,
Notou-se a diferença…
A abelhinha resolveu partir,
Deixar o prado, apenas ir…

Diz-se que seguiu o seu destino,
Agarrou novo rumo e seguiu-o…
Procurou o seu lugar noutro lado,
Disse adeus e voou,
Tal caminho marcado…

A despedida foi longa, dolorosa,
As pétalas renderam-se à gravidade
(Encurvaram-se e murcharam).
Quem as viu, diria de choraram.

Mas a abelha era conhecedora,
Disse-lhes para se erguerem,
Continuarem e crescerem.
As flores olharam o sol,
E com a sua luz renasceram.

As pétalas ainda brilham,
A sua cor não desapareceu,
Apenas mudou, alterou-se…
O prado é outro, mas não morreu!

Outras abelhinhas o preenchem,
E muito amavelmente o trabalham.
Novas amizades se construíram.
Novas germinações vieram…

Uma coisa não se esquece,
Está marcado em cada raiz,
Cada caule, cada grão.
A passagem da primeira abelha.
E a sua entrada no coração.

A flores juntam-se e sorriem,
A saudar a sua existência.
Viram a sua partida.
Mas têm a sua permanência.

Este poema e para ela,
Essa abelhinha delicada,
Que um prado encantou.
Foi de tal maneira importante,
Que as várias gerações marcou!

Que ela nunca pare de voar,
Que seja feliz em qualquer lugar!