quarta-feira, 7 de março de 2012

Amo-te - poema


Nunca tivera presenciado,
Na história da minha existência,
Amor tão puro e fascinado.

Veio cautelosamente,
Não teve pressa, surgiu.
Chegou e criou raízes,
A fixar-se ninguém o viu.

Este amor alimenta,
Não exige coisa alguma:
Não pede mágoa,
Não pede sofrimento.
Ele vive, livre como o vento.

É ingénuo e fácil de satisfazer,
Tal e qual uma criança.
Alegra-se com um sorriso,
Uma palavra…guarda-os
Como uma herança.

Adoro rir contigo,
Fazes-me tão bem.
Não te peço mais nada,
Apenas que continues tu,
Sem tentares ser outro alguém.

Este amor que sinto,
Simplifica o meu escrever,
Tira-lhe a “careza”,
Mas dá-lhe alma e um ser.

Amo-te!

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