segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Julgar alguém...


A maioria de nós, seres humanos, temos a capacidade de ouvir, raciocinar e falar, …

Todavia, apesar de termos 2 ouvidos e um cérebro enorme, comparados com a nossa única boca, por vezes falamos de mais, sem ouvir, e sem pensar.

Abrimos a boca para criticar, julgar, e acabamos por fazer a caricatura de uma pessoa sem a conhecermos devidamente, sem a ouvirmos. Criamos uma imagem completamente desfocada de alguém e passamos a vida a viver debaixo de suposições que inventamos dos outros.

Temos o privilégio de memorizar, refletir, ver, cheirar, tocar, entre muitos outros para que possamos apreciar o mundo à nossa volta, e para que saibamos ao que devemos dar valor.

E o que fazemos?

Usamos essas capacidades para magoar, para ficar por cima dos outros, para sermos mesquinhos e egoístas.

Mas estamos a enganar-nos, pois esta forma de viver só nos traz infelicidade (camuflada em falsa felicidade), perda de oportunidades para descobrir o que verdadeiramente interessa, frustração e, por vezes, sentimentos que nos destroem por dentro como sede de vingança e inveja desmedida.

Se de cada vez que fossemos perder tempo a prejudicar alguém seja de que forma for, pensássemos racionalmente, veríamos que o gosto desse ato seria passageiro e que não traria felicidade a longo prazo – felicidade aquela que sentiríamos com o tempo ao recusarmos esses pequenos atos em nós mesmos.

E este foi mais um pensamento meu, uma reflexão sobre como viver bem neste Mundo.

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