segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pocahontas - Cores do Vento

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Letra:

Tu achas que sou uma selvagem
Que conheces o Mundo
Mas eu não posso crer
Não posso acreditar
Que selvagem possa ser
Se tu é que não vês
Em teu redor (teu redor)

Tu pensas que esta
Terra de pertence
Que o mundo é um ser morto
Mas vais ver
Que cada pedra, planta ou criatura
Está viva e tem alma, é um ser

Tu dás valor apenas às pessoas
Que acham como tu, sem se opor
Mas segue as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor

Já ouviste um lobo uivando
No luar Azul
Ou porque ri o lince
Com desdém

Sabes vir cantar com
As cores da Montanha
E Pintar com quantas cores
O vento tem
(E Pintar com quantas cores
O vento tem)

Vem descobrir os trilhos
Da floresta
Provar a doce amora
E o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não querer indagar o seu valor

Sou a irmã do rio e do vento
A garça, a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculos
Do sem fim

O que a dura árvore tem?
Se a derrubares
Não sabe ninguém

Nunca ouvirás o lobo
Sobre a lua azul
O que é que importa a cor
Da pele de alguém
Temos que cantar com
As vozes da montanha
E Pintar com quantas cores
O vento tem

Mas tu só vais conseguir,
Esta Terra possuir
Se a pintares, com quantas cores
O vento tem

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