quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

We wish you Merry Christmas

Olá a todos!

Como referi no meu post anterior, estamos em plena época de Natal, e não podia deixar de desejar a todos os visitantes do meu blog

 Um Maravilhoso Natal Cheio de Felicidades!

Desta forma, aproveito para passar a mensagem com uma música bastante conhecida "We wish You a Merry Christmas", na voz de Enya.

Provavelmente não conhecem a cantora, uma vez que esta canta maioritariamente músicas celtas - Mas espero que gostem!




Desejo a todos a realização dos seus desejos de Natal mais profundos!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pôr o Mundo a Sonhar - letra de Natal


Olá a todos!

Bem - vindos ao meu blog! :)

 Encontramo-nos a meio de Dezembro, e o Natal está mesmo a chegar. Já há bastante tempo que vemos as ruas e as lojas enfeitadas, e, muito provavelmente, também já enfeitaram as vossas casas.


Eu, pessoalmente, adoro esta época. As músicas, os doces, as cores, os sorrisos, e sobretudo, a magia que o Natal causa na maioria das pessoas.

Se me perguntarem porque festejo o Natal, direi que não é por motivos religiosos, nem pelos presentes, mas sim por ser uma das poucas alturas do ano em que se enfeita a casa, se está com a família, se partilha palavras e emoções com quem se gosta. 

Também gosto do Natal pelo facto de, por um motivo ou por outro, o ar andar repleto de palavras de compaixão e solidariedade, assim como do mais importante de tudo, Amor.

Por isso pensei que neste Natal não podia limitar-me a ficar em casa a descansar, dia 24 recebia e entregava algumas prendas, e assim se passava esta época.

Não! Este Natal tinha de "entrar em ação", usar as minhas capacidades e alguns dos meus gostos, como escrever, citar textos e poemas, cantar (não sou grande coisa, mas o que importa?) e tocar, para "pôr mão na massa" e ter um natal ativo.

Este Natal, tinha de dar um pouco de mim a quem mais gostasse e ao mundo em geral, ter uma palavra amiga para quem precisasse, e o silêncio bom ouvinte para escutar aqueles que precisassem de ser ouvidos.

E o que vos trago hoje é uma parte da mensagem que quero transmitir este Natal, em forma letra de música.

Esta letra foi feita por mim, mas por enquanto não passa de um poema simples e com palavras adormecidas à espera de ganhar vida. Os versos que postei, não os que tenho na mente, mas os que estão neste post, estão desprovidos de sentimento...

Espero que lhes consigam atribuir a emoção para vocês, que eu atribui para mim. Falem-nos, cantem-nos, toquem-nos, simplesmente leiam e não voltem a olhar para eles, mas se passarem cada verso, conseguirem sentir a grandiosidade das frases simples, e lhes derem o vosso significado, consegui realizar um dos meus objetivos.

Pôr o Mundo a Sonhar

1ª Parte

Este Natal, eu quero sorrir
Quero cantar, quero ser eu.
Saber o caminho a seguir,
E encontrar o que se perdeu.

Quero oferecer paz e amor,
A cada rosto que encontrar.
Quero viver em tal louvor,
Com uma estrela a me guiar.


Refrão:

Este Natal não quero desculpas,
Para ficar em casa a preguiçar.
Quero espalhar a palavra,
E pôr o mundo a sonhar.

Ver as crianças felizes,
Pela casa a saltar,
A abrirem os seus presentes,
E com os outros partilhar.

 2ª Parte

Ver todos os solitários,
A receberem atenção.
Ver sorrisos substituir
A agonia do coração .

Dispam-se das invejas!
Deitem fora más emoções!
O Natal é união,
Uma compilação de emoções!

É uma época de compaixão,
De ajuda e bondade.
Todos devemos dar de nós,
Para a geral felicidade.

Refrão

Este Natal não quero desculpas,
Para ficar em casa a preguiçar.
Quero espalhar a palavra,
E pôr o mundo a sonhar.

Ver as crianças felizes,
Pela casa a saltar,
A abrirem os seus presentes,
E com os outros partilhar.

Feliz Natal!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Julgar alguém...


A maioria de nós, seres humanos, temos a capacidade de ouvir, raciocinar e falar, …

Todavia, apesar de termos 2 ouvidos e um cérebro enorme, comparados com a nossa única boca, por vezes falamos de mais, sem ouvir, e sem pensar.

Abrimos a boca para criticar, julgar, e acabamos por fazer a caricatura de uma pessoa sem a conhecermos devidamente, sem a ouvirmos. Criamos uma imagem completamente desfocada de alguém e passamos a vida a viver debaixo de suposições que inventamos dos outros.

Temos o privilégio de memorizar, refletir, ver, cheirar, tocar, entre muitos outros para que possamos apreciar o mundo à nossa volta, e para que saibamos ao que devemos dar valor.

E o que fazemos?

Usamos essas capacidades para magoar, para ficar por cima dos outros, para sermos mesquinhos e egoístas.

Mas estamos a enganar-nos, pois esta forma de viver só nos traz infelicidade (camuflada em falsa felicidade), perda de oportunidades para descobrir o que verdadeiramente interessa, frustração e, por vezes, sentimentos que nos destroem por dentro como sede de vingança e inveja desmedida.

Se de cada vez que fossemos perder tempo a prejudicar alguém seja de que forma for, pensássemos racionalmente, veríamos que o gosto desse ato seria passageiro e que não traria felicidade a longo prazo – felicidade aquela que sentiríamos com o tempo ao recusarmos esses pequenos atos em nós mesmos.

E este foi mais um pensamento meu, uma reflexão sobre como viver bem neste Mundo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Coco Lee - Sunny Day

Olá a todos!

A música está em todo o lado e todos gostam dela, pois há uma música para cada personalidade.

A música acompanha o nosso estado de espírito.

A música altera-nos o humor.

A música tem uma grandiosa influência no nosso dia-a-dia.
E é por isso mesmo, que o post d'hoje é uma música (um estilo um pouco diferente do que costumo publicar).

Gostam de música Japonesa?




O que acharam? Eu encontrei-a hoje, e gostei bastante.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Nevoeiro



Encontro-me no autocarro, sentada no banco da frente, com fones nos ouvidos, cantando interiormente ao som dos “My Chemical Romance”.

 Na velocidade, e no embalo característicos de uma camioneta, deixo que a soneira se apodere de mim, e caminho para um estado de “golfinho a dormir”, ou seja, metade acordada, metade adormecida.

 Abro os olhos, assim como em todos os outros intervalos de segundos entre a “sesta do autocarro” – períodos de tempo em que acordo e me apercebo onde estou, para voltar a adormecer.

  Mas desta vez é diferente, algo capta e prende a minha atenção. O caminho é o de sempre, mas está mudado, está mais misterioso, mais escondido – nevoeiro? – Há quanto tempo não percorria o interior destas nuvens descidas! Recordo-me de todos os Outonos e Invernos aos quais tive o prazer de assistir, sou bombardeada com imagens de filmes de cowboys, invento aventuras na minha mente, e sinto-me bem.

 Um simples mudança na paisagem do percurso para a escola foi o suficiente para me tirar o sono, me fazer sonhar, e me dar inspiração para escrever.

  Agradeço à vida por ter colocado tal mensageiro de odisseias no meu caminho!

sábado, 29 de outubro de 2011

Amar



O Amor é tão, mas tão importante, que não há palavras para descrevê-lo.

 Ultimamente tenho amado tão intensamente que a vida é perfeita de qualquer maneira – até já não me preocupo tanto com coisas que me preocupava – pode parecer uma coisa má, mas é uma libertação. A troca da vontade de ser demasiada boa em algo pelo amor, é uma troca mais que vantajosa – se somos bons a amar, somos bons a tudo!

  Amar, Perdoar, Entender, Ouvir – tudo isso nos realiza interiormente. E não falo em amar uma pessoa, falo em amar toda a gente; falo em não julgar ninguém, pois não podemos entender ninguém por completo para percebermos os seus motivos; falo em dar uma palavra amiga e não repreender alguém por algo de que a própria pessoa já se repreende.

Amar, tão Simples e Grandioso! - nós é que temos o hábito de complicar tudo.

Amo desta forma todos os dias? Não sou perfeita, logo a resposta é não. Mas se de cada vez que tenhamos um pensamento ou atitude fora deste amor nos apercebamos e tentemos dar uma justificação para essa reação, percebemos que, muitas das vezes, não vale a pena odiar, invejar, dizer não a um pedido de desculpas, ignorar alguém, …

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A Mente

Como já devem ter reparado, estou numa fase da minha vida extremamente pensativa, e os textos passam por mim naturalmente, como o vento passa por um bamboo.

Espero que apreciem o meu mais recente texto:



A nossa mente é algo tão complexo e fascinante, que esconde as maiores alegrias e as maiores frustrações, e é onde se encontram os nossos anjos e demónios.

 A minha mente leva-me a locais absolutamente incríveis, a sonhos dos quais, por vezes, não me apetece sair. Cria tantas emoções, que me faz rir e chorar sem sentido, mas em certas ocasiões, acalma-me e faz-me meditar, sem pensar – só a sentir a vida.

 Contudo, também é a mente que nos engana e nos prende entre paredes escuras, que nos faz perder a força e a vontade de enfrentar o mundo e nos dobra sobre nós mesmos enquanto uma lágrima desliza pela nossa face. Nessas alturas, chegamos a pensar que até é bom estar nessa situação, faz-nos reclamar, mas também pensar e raciocinar – mesmo que esse raciocínio esteja envolto numa nébula desfocada. Por vezes, chorem, deixem-se envolver nesse sentimento, mas não o deixem prolongar-se – no dia seguinte, quando acordarem, expulsem-no de vocês (esse medo está na vossa mente, e a vossa mente não são vocês), não permitam que esse aperto vos consuma mais do que o tempo necessário, não queiram ser prisioneiros das vossas próprias assombrações.

  Ao se despojarem desse sentimento, vão sentir-se livres de tudo o que ficou para trás, de todos os deslizes e barreiras da vida, e estarão prontos para se erguerem em qualquer circunstância e sentirem a felicidade naquilo que a vida vos oferece.

Manhã de Outubro


Ultimamente os pormenores da vida têm passado por mim de forma bastante intensa e notável.


Espero que gostem do meu novo texto:



É uma nova manhã de Outubro, estou em frente à porta principal de minha casa. Aquela que se dirige ao meu quintal e que se prolonga num caminho de pedra que termina num pequeno portão – a entrada para o mundo exterior (ou a saída, se estivermos do lado de fora).

 Agora, encontro-me aqui, em pé, a preparar-me para me deparar com o outro lado.

Esta porta é o que separa a não mutável proteção das paredes de minha casa, com a desconhecida, em constante mudança e espantosa vida lá fora – o que me espera, hoje?

 O estore elétrico está a subir – o som compassado do motor une-se a outro, um som irregular, sem a mão do homem, um som belo e estranhamente familiar - chuva?

 São 7 da manhã, o céu ainda está escuro como o breu, e chove, chove, chove – uma chuva bela, mas em nada similar à chuva da noite. Os gatos também se abrigam, mas ao invés de não se ouvirem, ronronam felizes por poder observar a queda destes cristais do céu sem se molharem - fecho os olhos, e o ar traz-me o som de dezenas de ronronares sob a melodia da chuva – como nos consideramos ser malvados, se os céus nos oferecem tamanha riqueza?

 Ainda me encontro no meu quintal – como será a emoção de sair dele? Sim, durante 16 anos, cada saída me proporcionou uma diferente sensação e experiência.

  Ponho um pé no passeio da estrada, e depois o outro – sou saudada com uma rajada de vento, forte e fria o suficiente para dançar um slow com os meus cabelos soltos e me porem com pele de galinha.

 Na estrada formou-se um pequeno riacho de água da chuva que me indica o caminho para a paragem, como se de setas de tratasse.

  O cão da casa do lado, habitualmente com as orelhas em pé a vigiar as redondezas encontra-se refugiado na sua casota, sem vontade de ser guarda, hoje.

  As formigas sofrem um dilúvio que lhes destrói o lar – já repararam nas constantes inundações a que as formigas e os outros insetos estão sujeitos?

 As rosas da vizinha agradecem o alimento, tornando-se altivas e majestosas, debaixo da chuva.

  A chuva e o vento aumentam de repente, desafiando o meu chapéu aberto numa luta molhada. A única mão que uso para agarrar o chapéu aperta o cabo com toda a força, tentando que este não lhe escape por entre os dedos. Os nódulos dos dedos doem-me, e, apesar de conseguir manter-me debaixo do chapéu-de-chuva, nem tudo resiste, e as gotinhas levam a sua avante – molham-me a mochila da escola (sorte ser impermeável) e as pernas até aos joelhos (mais propriamente as calças) e resfria-me ainda mais – por debaixo da minha roupa grossa encontra-se uma pele a tremer.

 Um limoeiro atravessa-se no meu caminho – os limões atiram-se para o chão, imitando a chuva, e o seu cheiro mistura-se com a minha coleção de sensações olfativas diárias (limão e chuva – deveras uma agradável combinação).

  Neste momento, encontro-me na paragem a tentar retirar o excesso de água do meu chapéu – as gotas soltam-se do tecido e marcam a pedra do passeio – são as testemunhas de toda a ação na qual participei nestes completos dois minutos.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Chuva


Uma noite de Outubro, estava eu a olhar pela janela do meu quarto, e comecei a escrever. O texto não está muito elaborado, não está resvisto muitas vezes, mas está sentido.

Espero que gostem:

 


 A noite está escura, o céu está baço e sem luar. A rua molhada é iluminada pelas luzes noturnas. As janelas estão fechadas, exceto a minha. Eu ouço, sinto, e medito as gotas espessas da chuva que cai em Outubro, depois do prolongamento do calor. A Terra, de cultivo, das pequenas hortas da zona agradece, assim como a da minha horta. Os habituais gatos vadios abrigaram-se, não havendo guerras e miaus esta noite.

  Espirrei, talvez esta humidade tão próxima, e as gotas que me acariciam a face não me façam bem – mas necessito delas. Acalmam-me e fazem-me sonhar.

  Sentada no meu edredão sinto que não preciso de nada, só da chuva. Esta noite, eu e ela somos um só ser. Não fisicamente, mas o meu pensamento está em cada gotinha, no seu som, na sua dança. Apercebo-me o quão perto estão as gotas da paz, da própria alma.

  Fecho os olhos e imagino-me ali, descalça na terra escura, dançando na chuva – a minha musa, o meu porto de abrigo, esta noite. Como tudo me parece insignificante comparado com ela! O vento molhado que entra pela janela aberta resfria-me, mas faz-me sentir bem – não quero que se vá. Não agora. Quero escrever, quero saber mais dele. Dele, e da chuva que cai.

 Como se alegram as árvores já há muito sedentas, assim como eu, que encontrei na chuva a minha inspiração.

  Esta noite. Não quero a TV, nem a vida habitual, quero fundir-me com a chuva e deixá-la alimentar-me, apesar de gélida.

  Um carro acaba de passar na escuridão – como é bela a visão da sua luz tremida na chuva. Suspiro – queria passar assim toda a noite, longe de tudo, longe da minha mente, só a sentir este momento. A minha cama é desnecessária, a TV é ostentação, as mesas-de-cabeceira de nada valem – neste momento, não preciso de nada.

  E se amanhã brotarem novas plantas da terra, sorrirei e agradecerei, em silêncio ,à chuva. Se continuar a chover, cantarei ao ritmo da chuva, na sua melodia sobre o meu chapéu, e fechá-lo-ei à noite para que ela me molhe. Que paz…que música de embalar…

 Acabo de apagar as luzes, mas ao invés de medo, sinto uma aproximação maior com a chuva. Vou meditar mais profundamente, e aproveitar este momento…


domingo, 23 de outubro de 2011

Tudo Depende Da Janela...



Hoje, vou contar-vos uma pequena história:

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
... Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher olhou através da janela e reparou numa vizinha que pendurava lençóis no estendal comentou com o marido:
-"Que lençóis sujos ela pendura no estendal! Precisa de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!"
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençois no estendal e a mulher comentou com o marido:
- "A nossa vizinha continua pa pendurar os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!"
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no estendal.
Passado um mês a mulher surpreendeu-se ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, empolgada, foi dizer ao marido:
-"Veja, ela aprendeu a lavar as roupas. Será que a outra vizinha a ensinou??? Porque eu não fiz nada."

O marido calmamente respondeu:
-" Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!"
 

De que maneira pretendem observar o Mundo? Límpido, ou cheio de manchas?

Tudo depende da janela através da qual escolhem observar a vida.

sábado, 22 de outubro de 2011

Mother Nature Needs Us

Bem-vindos à leitura de mais um post! :)

Este ano tenho andado a pesquisar sobre os problemas ambientais (até porque preciso de sabê-los para a escola), e penso ser necessária a criação de uma consciência ambiental por parte de cada indivíduo e de todos os seres humanos em geral.

O aquecimento global;
A deflorestação;
O buraco da camada do Ozono;
As Chuvas ácidas;
Entre outros

Provavelmente, já todos ouvimos falar deles, mas saber todos os seus efeitos no planeta e na vida das gerações presentes e futuras é algo que nós, pessoas, não costumamos perder muito tempo a pensar.

Todavia, o conhecimento desta causa - efeito, ou seja de que forma o Homem altera o planeta e quais as consequências dessa ação, podem ser a diferença entre preservar o nosso planeta de forma a que este seja "pacificamente" habitado pelos humanos e outras espécies vivas ou levá-lo a ser inabitável em breve.

Descobri uma música que ilustra esses problemas e a esperança de fazê-los regredir:



Todos podemos começar por pequenas coisas - se todos trabalharmos juntos podemos reverter o precesso da destruição mundial.

Se se preocupam com a vossa única "casa" pesquisem sobre estes problemas e tenham consciência do que está nas nossas mãos como cidadãos do mundo.

Espero que este post tenha servido de ajuda...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Boa tarde!

Está tudo bem? Espero que sim.

Hoje vou postar um poema que fiz em Inglês. Está muito simples, mas consegui rimar, o que já não é mau.

Este poema é supostamente uma música (daí a repetição de uma estrofe - o refrão), mas como ainda estou a tratar do ritmo, por enquanto é isso, um poema.


When i look at you
I can see the peace
The sky turns blue
There’s nothing to miss

So clear and confident
Your hazel eyes
Don’t know of my existence
And my hope dies

I don’t know what to think
I don’t know what to do
To get you with me
I can only dream
Imagining it’s possible
You always be beside me

You’re so near
but i don’t feel ur touch
you have the hidden kiss
the one i desire so much

 You always pass by me
Without giving me attention
I feel your breathe
With sadness and emotion

I don’t know what to think
O don’t know what to do
To get you with me
I can only dream
Imaginating it’s possible
You always be beside me


I see and i feel
Your heart in my heart
You can’t know
But you’re always in me


O que acharam?

Lembrem-se, é só a minha segunda música em Inglês! :D

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Olá Pessoal!

No post d'hoje vou mostrar-vos a primeira gala do "Teen Secret Story". Não tem muito a ver com o Secret Story que estão habituados, mas foi uma brincadeira que resolvemos fazer.

Espero que gostem (vão rir-se de certeza)!




O vencedor ganha uma tablete de chocolate milka e um pacote de bolachas.

O segundo lugar ganha um kinder bueno.

O terceiro lugar ganha um pacote de pastilhas.

Para mais informações visitem a página do facebook:

http://www.facebook.com/profile.php?id=100002226656745#!/pages/Teen-Secret-Story/271272342884823

domingo, 18 de setembro de 2011

Rei Leão - Somos um

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Letra:

Coisas novas vais tu ver
Mas depois vais dizer
Não percebi
No teu jovem coração
Vives na confusão
Já compreendi

Hás-de sobreviver
Pois apoio tu vais ter
Os entraves nós vamos vencer
Ao teu lado estarei
Que orgulho sentirei
E a força está em sermos um

Somos um
Somos um

Filha de um rei nasci
Meu destino eu vi
Mas quem sou eu?
Confiar no coração
Buscar paz e razão
A quem sou eu

Filha tu vais crescer
Maus momentos hás-de ter
Buscando a paz e a verdade
Sempre há soluções
Nas piores situações
Temos força porque
Somos um

Somos um tu e eu
Como a Terra e o Céu
O Sol traz a felicidade
Este reino é meu
E um dia será teu
E a força está em
Sermos um

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Prince Alladin - Um Amigo Como Eu


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Letra:

Amo! Acho que ainda não
Percebeste  que tens aqui
Por isso, porque não
Pensas um pouco
Enquanto eu elumino
As possibilidades

Alibabá e quarenta ladrões
Muitos tesouros tinha pra roubar
A tua sorte agora mudou
Tens a magia que não vai falhar

E no teu canto
Vais-te preparar
A tua força não
Vai acabar
Agora tudo de bem
podes ter
É só na lâmpada
A mão passar

E vai ser:
Diz lá, querto ver
Já tens o que pedir
Podes já dizer
O que vai ser
Nunca viste um
Amigo assim

Escolha à lá ca'
Eu sou mestre sim
Vias dizer o que
Tu vais querer
Nunca viste
Um amigo assim

Então agora já és tudo
O patrão, o rei, o xá
Diz o que é, diz lá
Tem fé!
Que tal um pouco de
(Pate lá dá?)

Tens tanto pra gastar
O sonho não tem fim
Estou aqui, ao pé de ti
Nunca viste um amigo assim

Bá bá bá
Já está
Bá bá bá
Não, não
Bá, bá, bá
Na, na, na

Mais alguém faz isto?
Só se for no céu!
Mias laguém tem isto,
Dentro do chapéu?

Mais alguém faz: puf
E tas a ver
Sei dizer o Abacadabra
E já está
E passam a desaparecer

E ouve vais-te encantar
Podes ter tudo
O que tu vais pedir
Os teus desejos vou certificar
E tanta coisa vais tu descobrir

E agora diz lá
No que vais pensar
Podes fingir até
Que não gostou
A tua lista quase
Não tem fim
Mas 3 desejos é só
O que dou

E vamos começar
Sempre até ao fim
A encolher
O que vai ser
Mas nunca viste alguém
Nunca viste alguém
Nunca
Nunca viste alguém
Nunca viste alguém
Nunca
Um amigo assim!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pocahontas - Cores do Vento

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Letra:

Tu achas que sou uma selvagem
Que conheces o Mundo
Mas eu não posso crer
Não posso acreditar
Que selvagem possa ser
Se tu é que não vês
Em teu redor (teu redor)

Tu pensas que esta
Terra de pertence
Que o mundo é um ser morto
Mas vais ver
Que cada pedra, planta ou criatura
Está viva e tem alma, é um ser

Tu dás valor apenas às pessoas
Que acham como tu, sem se opor
Mas segue as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor

Já ouviste um lobo uivando
No luar Azul
Ou porque ri o lince
Com desdém

Sabes vir cantar com
As cores da Montanha
E Pintar com quantas cores
O vento tem
(E Pintar com quantas cores
O vento tem)

Vem descobrir os trilhos
Da floresta
Provar a doce amora
E o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não querer indagar o seu valor

Sou a irmã do rio e do vento
A garça, a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculos
Do sem fim

O que a dura árvore tem?
Se a derrubares
Não sabe ninguém

Nunca ouvirás o lobo
Sobre a lua azul
O que é que importa a cor
Da pele de alguém
Temos que cantar com
As vozes da montanha
E Pintar com quantas cores
O vento tem

Mas tu só vais conseguir,
Esta Terra possuir
Se a pintares, com quantas cores
O vento tem

domingo, 11 de setembro de 2011

Prince of Egypt - Tudo o que eu queria

Depois de algum tempo de pausa, volto a postar as letras de algumas músicas da Disney, tão dificeis de encontrar em português.


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Ao luar brilhando
Tudo calmo como eu conheci
Tudo o que eu queria
Doce odor de Incenso
Belas salas de Alabastro são
Tudo o que eu Queria

Este é o meu lar
Esta é a minha família
É tão nobre, Invulgar
Estou no meu lar
Entre os meus pertences
E entes queridos
Vou ficar

E ninguém diga o contrário
Não dá pra duvidar
Eu, sou o Príncipe do Egipto
Sou filho dessa história sem igual
Já gravada aqui

Que é onde está
Tudo o que eu queria
Tudo o que eu queriaTudo o que eu quis

sábado, 10 de setembro de 2011

Férias 2011

Olá a todos!

Depois de algum tempo ausente (sim, admito que dei mais importância ao aproveitamento das férias do que ao blog),

Estou de volta!

Estou de volta, e aproveito para vos contar um pouco das minhas férias.

Este Verão tem sido fantástico, tenho saido bastante , sobretudo para ir ao cinema - aconselho o "Conan O Bárbaro", "Os Smurfs", " O Capitão América" e o "Lanterna Verde" - todos bons filmes, tudo depende se têm preferência por animações, por tempos bárbaros ou por filmes de super-heróis.

Mas o que quero partilhar com vocês neste post é um pouco das três semanas que estive no Algarve.

Estive na zona de Portimão, e como não tinha piscina, passava os dias, ou na Praia da Rocha, ou na Praia do Alvor.

Gosto imenso da praia da Rocha, pois quando a maré está baixa, é possivel explorar as passagens entre as rochas (eu, que sou uma exploradora nata, não podia deixar de o fazer).


A Praia do Alvor é ligeiramente diferente em termos de areia, mas é igualmente boa para passar um dia de Sol e Mergulhos.




Não posso deixar de referir, que qualquer uma das praias é propícia ao jogo de raquetes (jogo que me acompanhou todas as três semanas).

Mas a minha vida Algarvia não se baseou só em praia. Saí algumas noites, fui ao Zoo Marine e visitei sítios novos, como a Serra de Monchique.

 Em Agosto, o Algarve tem muitas ofertas de lazer. Passeei algumas noites pela Praia da Rocha - lugar maravilhoso para se sair, devido à quantidade de artigos para venda, aos restaurantes e bares.

Noutras noites estive, ou no Festival da Sardinha, em Portimão,



Ou na Fatacil, em Lagoa.



A Festa da Sardinha abriu com uma cantora portuguesa internacionalizada, Dulce Pontes, que foi demoradamente aplaudida pelo público.

Outra banda portuguesa que ouvi foi o Amor Electro, mas desta vez não vi, apenas escutei, pois a Festa da Sardinha não permite a entrada de cães. Assim sendo, fiquei sentada nos bancos do lado de fora com a minha cadelinha a ouvir.

Na Fatacil vi os Santos e Pecadores e o Pedro Abrunhosa. No concerto dos primeiros o tempo não esteve do lado deles e começou a chover torrencialmente, o que fez com que muita gente se abrigasse longe do palco. Todavia, isso foi um dos motivos que tornou esse concerto tão especial para mim: como estava muito calor aproveitei e fiquei o concerto inteiro a dançar à chuva - foi demais, uma experiência para não esquecer (tenho de repetir).

O Pedro Abrunhosa foi o cantor que mais gostei de ouvir, pois admiro o que ele diz em palco, a sua atitude e a sua energia. Tenho ainda a acrescentar que para além de cantor, o Pedro Abrunhosa é um poeta e as suas letras estão muitíssimo bem feitas.

No ZooMarine, tive a opurtunidade de andar em diversões, dar uns bons mergulhos na piscina e ver golfinhos, araras, aves de rapina e muito mais. Um paragem obrigatória para quem gosta de água, diversão e animais.

Se um dia acordarem sem saber o que fazer, quiserem explorar algo novo, e apreciarem viagens de carro, não deixem de visitar a Serra mais alta da zona Sul - Serra de Monchique.

Começámos pelas caldas de Monchique, onde se encontra um jardim com uma pequena Igreja, uma fonte, mesas de pedra e muitas árvores - um convite a um piquenique agradável à sombra. Seguindo o percurso, passámos pela Aldeia de Monchique, até chegar ao ponto mais alto - Foia. Daí avista-se toda a área de Portimão a Lagos.

Ao longo de toda a viagem estivemos rodeados por paisagens maravilhosas. Também chegámos a ver alguns animais, como cabras e coelhos.


E assim ficaram a conhecer um pouco do Algarve :)

domingo, 28 de agosto de 2011

Com esta guitarra Eu Sou Feliz!


Pois tudo o que eu preciso é:

Paz

Amor

e

Música


Tudo o resto vem por acréscimo.




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O que é o amor? - Poema


O amor sempre foi tema
Das mais profundas reflexões.
Ergueu montes, desabou cidades,
Encantou e partiu corações.

Não dá respostas definitivas,
Não se chega a conclusões,
O amor é complexo, é poderoso,
É uma explosão de emoções.

Para mim é algo novo,
Algo que está a crescer.
Uma mistura de cores,
Uma nova forma de viver.

Esconde-se em suspiros,
Em palavras, em imagens.
Espreita em cada pensamento,
É encantador como miragens.

Entra nos meus sonhos,
Fala comigo através do mar,
Toma forma nas nuvens,
E dá oxigénio ao ar.

Dá raiva e ódio a alguns,
Dá choro e aflição,
A mim dá-me um sorriso.
Para me levantar,
Dá-me a mão.

Não preciso de tocá-lo,
Para senti-lo ao pé de mim,
Aconchega-me nos seus braços,
E sei que, por agora, está aqui.

O amor é lindo,
Não tenho medo de amar!
O amor faz-me feliz,
Dá-me asas para voar.



sábado, 9 de julho de 2011

Dia de Verão - poema

Hoje, não sabia o que postar no meu blog e este poema surgiu do nada. É básico, simples e comum, mas retrata um dia de Verão, e estando nós no Verão, não podia deixar de publicá-lo.


Acordo de manhã,
Na minha cama macia.
Abro os olhos, e
Sou presenteada
Com este dia.


O Céu está azul,
O Sol a brilhar,
Que preciosa tela,
Diante do meu olhar.

Lá vem a Rita (a cadela),
Com o rabo a abanar,
Salta de felicidade,
E pede-me para brincar.

Desço para a cozinha,
Para um sumo beber,
Depois ficou a pensar:
O que vou fazer?

Computador, cantar,
Dançar, ou piscina?
Tantas possibilidades,
Me oferece este dia.

Resolvo sair, para
De bicicleta andar.
Avisto a Atelina,
Que me está a acenar.

Chego a casa contente,
E aí, vou almoçar.
Seja lá o que for
Não há problema
(a minha mãe sabe cozinhar)!

Depois vou jogar,
No precioso computador.
Seja sims ou não,
Tudo tem o seu esplendor.

Após horas de virtualidade,
Decido: É hora de ler!
Agarro num bom livro,
É hora de conhecer!

O jantar está pronto,
À mesa me vou sentar.
Segue-se a internet,
Para com o mundo
Me conectar.

Depois deste maravilhoso dia,
Digo adeus, vou dormir.
Espera-me amanhã outro destes,
Em que acorde a sorrir.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sentido da Vida - poema

A vida é curta,
É o que ouço dizer,
Mas muitos falam
Estão fartos de viver.

Neste globo
Chamado terra,
Há muito para fazer,
Mas o sentido da vida
É difícil de entender.

Há quem o encontre
No trabalho, em papéis,
Numa projecção,
Há quem o faça no amor,
Em assuntos do coração.

Há quem corra a maratona,
E diga que isso o faz viver.
Há quem permaneça bêbedo
E mais um golo queira verter.

Há quem não tenha a noção,
Do caminho que deve seguir,
E partilhe a sua dúvida
Em prosa e poemas
Que nos fazem sentir.

Eu, se falar por mim
Digo que o sentido não sei,
Mas vivo, divirto-me
E quero ir mais além.

Com música nos ouvidos,
Ou uma guitarra na mão,
Sou uma viajante do mundo,
E vivo com paixão.

Se me perguntares
O que está correcto,
Eu digo que não sei.
Mas se seguir o coração,
Sei que estou a viver bem.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Rita (A Cadela) - Novo Descanso

A minha cadela, a Rita, anda sempre à procura de novos lugares para passar a tarde a dormir.

E qual foi o mais recente?...


Um cesto (minúsculo - mas ela também é pequena) com uma almofada:



Não é tão fofinha?



Diz "Olá!" à câmara!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O que é a dança? - poema

 Eu adoro dançar, e hoje quando acordei pensei "Vou fazer um poema..." -  quando dei por mim estava a escrever sobre a dança.

O que é a dança?

Toda a minha vida
Gostei de me expressar
Imaginar, criar,
Parada, viajar
Para qualquer lugar.

Não a procurei,
Ela me encontrou.
A dança chegou
E tudo possibilitou.

Porque a dança
Não tem definição,
Ela é um misto de tudo
Num simples
Movimento de mão.

É mais do que técnica,
É muito mais profunda.
É uma companheira de vida,
É um ponto de partida.

A dança é alegria, é poder
É coragem, é paixão!
É arte, é imaginação,
A dança é emoção!

A dança é um confronto,
É negar, dizer não!
É quebrarmos as correntes
Que nos prendem ao chão.

A dançar sou super-mulher,
Sou doida, sou selvagem.
Sou uma viajante do tempo,
Desfrutando da viagem.

Sou uma mesa ou um cisne,
Uma árvore ou o ar.
Sou livre, tenho asas
E a capacidade de voar.

A dança é silêncio,
É mil vozes a gritar,
É o som do vento,
Ou dum rádio a tocar.

A dança é choro
De pura felicidade.
Preenche-nos a alma,
A dança não tem idade.

A dança é uma prenda,
Uma irmã, um conforto
É amizade, é união
É um abraço, é compaixão.

A dança é tudo isto e mais,
É um mundo perfeito.
Dos barcos é o cais.

Se tanto como eu,
Gostas de dançar
Deves compreender
Do que estou a falar.

sábado, 25 de junho de 2011

Sing It For The Japan - Chemical Romance

No post de hoje, deixo-vos uma música de apoio ao mundo, e sobretudo ao Japão. Depois do que tem acontecido eles merecem.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Capacidade de Mudar

Hoje acordei com este poema na cabeça.

Espero que gostem!

Capacidade de Mudar

Vivemos num mundo
Cheio de felicidade,
Mas como possui-la
É um enigma de verdade.

As pessoas procuram
Em todos os recantos,
Mas agarram-se a materiais
E aos seus falsos encantos.

Muitas dizem que esse
Não é o caminho a seguir,
Mas fazer as malas e mudar
É mais do que pensam conseguir.

Dizem que mudam,
Que fica para depois,
Mas acordam stressados,
Têm a carroça,
Mas não os bois.

Não abençoam os dias.
Não vivem satisfeitos.
Mudar assusta,
Desculpam-se com defeitos.

Procuram a felicidade,
No que se pode comprar,
Sentem-se incompletos, mas
Onde está a capacidade de mudar?

Não são ignorantes,
Mas são à partida vencidos,
Nem sequer tentaram,
Já acham estar perdidos.

O mundo sabe,
Mas tem medo de tentar
Pessoas deste planeta,
Onde está a capacidade de mudar?




domingo, 19 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

Sims 3 Medieval - 2

Hoje estou extremamente feliz e sabem porquê? Acabaram-se os testes neste ano lectivo!

Tendo a tarde inteira de hoje para fazer o que me apetecer, vou falarvos um pouco dos sims 3 medieval, para que possam ter uma ideia do que vos espera se estiverem a pensar em comprá-lo.

Esta é a capa do jogo:



Para começar devo referir que mesmo as pessoas que conhecem bastante bem os outros jogos dos sims vão surpreender-se - este não é de certeza um jogo do tipo dos outros.

Pior? Melhor? Apenas diferente.

Este jogo baseia-se em heróis. Estes são um feiticeiro, um monarca, padres, um ferreiro, um médico, entre outros (digo um porque não podemos ter dois heróis do mesmo tipo).



Quando o jogo começa só podemos controlar o monarca, e à medida que realizamos missões que tenhama a ver com ele (o jogo praticamente é as missões) podemos desbloquear novos lugares como a torre de feitiçaria e colocarmos lá um/a feiticeiro/a.

Depois podemos escolher se continuamos a jogar com o monarca ou fazemos uma missão em que sejamos o feiticeiro, ou outro herói qualquer.

A personalidade de cada personagem é fundamental para o bom cumprimento de uma missão. Se os heróis não cumprirem os seus deveres o reino não evoluirá nos seus 4 áspectos (conhecimento, cultura, segurança e bem-estar). Se os níveis destes 4 aspectos forem muito baixos, o reino não progriderá e não será possivel criar novos heróis.


Algumas diferenças entre este jogo e os outros são:
- Não se pode controlar famílias, só pessoas individuais dentro das famílias (logo não se controlam os bebés) - só se controlam 2 ou mais personagens em missões que sejam precisos dois heróis.

- Os bebés crescem logo de estado de bebé mais pequeno para criança (uma fase a menos que nos outros jogos).

- Não escolhemos engravidar, isso simplesmente acontece às vezes, sem termos voto sobre o assunto.

- Nas motivações só é necessário comer e dormir, apesar de haver banheiras e uma espécie de sanita.

- O aspecto das comidas é todo igual seja o que for, desde que seja feito no caldeirão. O pão tem uma imagem diferente, mas é necessário um forno. Tudo é comido à mão.

- Não se pode construir casas, só alterá-las por dentro.

- Quando não estamos com a imagem directamente no nosso herói não dá para rodar o ecrã, o que pode ser estranho e dificil de controlar no inicio, mas habituam-se rápido.

- Temos a opcção de ir a uma espécie de menú que tem o nome dos sítios principais do reino e se quisermos ri a algum é só carregar em cima do nome do mesmo e a imagem dirige-se para lá.

- Podemos matar pessoas em duelos de espadas, lançar-lhes feitiços, fazer-lhes armas e muito mais.

- Todos os trabalho somos nós que realizamos, não há nenhum em que entramos numa casa e esperemos sem ver nada.

- Podemos caçar.

- Podemos ficar gravemente lesionados e cheios de ligaduras.

- Podemos casar numa igreja ou visitá-la simplesmente para rezar.

- Como a maioria das pessoas não toma banho, podemos apanhar piolhos.

- Podemos benzer a água do poço

- Entre muito mais.

Cada herói tem a sua função e capacidades diferentes, por exemplo, enquanto um cavaleiro defende-se dos muitos bandididos que aparecem ao longo do jogo com um duelo, os padres limitam-se a entregar-lhes o dinheiro e a irem embora resignados. Falarei de cada herói noutro post.

Se gosto do jogo? Apesar de não ser bem o que eu estava à espera, gostei bastante do jogo. Gostei porque gosto de jogos medievais e não por ser fã dos sims, pois este jogo é uma mistura de sims com RPG.

Conselho para quando jogarem a primeira vez: Vejam o vídeo inicial - é fundamental para perceberem o jogo.

Divirtam-se a jogar!

E é tudo por hoje. Até à próxima!